segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

'Será a partida mais difícil do ano', diz Lula Ferreira sobre jogo contra o Joinville


Para o técnico do Brasília, confronto tem clima de decisão e vale a liderança já que adversário tem dois jogos a menos e vantagem no desempate



Quebrar a sequência de vitórias do Brasília se tornou uma motivação a mais para os adversários. Até o momento, oito deles não tiveram sucesso na missão. A vez passa a ser do Joinville, equipe que em seis jogos só sofreu uma derrota. A partida, antecipada da 11ª rodada e marcada para as 20h, no ginásio Ivan Rodrigues, é a última antes do recesso de fim de ano do NBB.

As estatítistas apontam para um confronto equilibrado. Com dois jogos a mais, o ataque de Brasília fez 718 pontos, enquanto que a equipe da casa soma 482. No entanto, a defesa do Joinville sofreu apenas 439 pontos, contra 645 do adversário. A média das duas equipes entre pontos marcados e sofridos é quase idêntica (1,113 do Brasília contra 1,018 do Joinville), assim como a média de rebotes e número de bolas recuperadas. - Será a partida mais difícil do ano e um jogo estrategicamente importante, já que pretendemos manter a série de vitórias e a liderança do campeonato. Mas eles vão tentar estragar nossos planos. É um time forte e composto por jogadores de qualidade, além de atuar em casa, onde sua torcida comparece em número elevado. Este confronto vale a liderança, já que o nosso adversário perdeu uma única vez e, se vencer, deixará tudo empatado e a vantagem no desempate ficará com eles - disse o técnico Lula Ferreira.

Tudo isso, faz Alberto Bial, treinador da equipe sulista, acreditar que a partida será uma das melhores do campeonato.

- Não sou maluco. O Brasília tem um elenco de estrelas e está na briga direta pelo título. Mas nem sempre as coisas saem de acordo com os números e os retrospectos. Temos um grupo que atua de forma homogênea e, por isso, podemos surpreendê-los. Por ser o líder versus o vice-líder, cria-se um clima de decisão. Mas são elencos de alto nível, acostumados a fazer decisões - afirmou.

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